O prefeito de Acaraú, Pedro Fonteles dos Santos (PT), deve se afastar do cargo por 90 dias, para que denúncias de improbidade administrativa contra ele sejam apuradas. A decisão foi tomada pela Câmara Municipal de Acaraú com uma votação de sete votos a dois e uma ausência.
O vice-prefeito Edmundo Silveira (PSDB) deve ser empossado ainda hoje.
Confira como foi a votação:
Manoel Rocha (PMDB) - Sim
Colombo (PMDB) - Sim
Paulo Andrade (PMDB) - Sim
Tetel (DEM) - Sim
Paulo Silveira (PHS) - Sim
Edilson Salgueiro (PMDB) - Sim
Junior Mudó (PMDB) - Sim
Edson Brandão (PCdoB) - Não
Nem (PSDB) - Não
Fernando Fonteles (PSDB) - Ausente
Blog de Acaraú
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Escritora Ruth Rocha nega apoio a Dilma e defende Serra
Incluída entre os artistas e intelectuais que assinaram um manifesto em favor da presidenciável do PT, Dilma Rousseff, a escritora de livros infantis Ruth Rocha enviou anteontem a amigos e jornalistas um e-mail negando veementemente seu apoio à candidata.
"Eu não a apoio. Incluir meu nome naquele manifesto é um desaforo! Mesmo que a apoiasse, não fui consultada. Seria um desaforo da mesma forma", escreveu a autora, que avaliou que o fato revela "falta de educação e a porção autoritária cada vez mais visível no PT".
O esclarecimento aconteceu dias depois de José Padilha, diretor de Tropa de Elite, cujo nome também constava do manifesto, negar que o tivesse assinado.
Ao Estado a escritora reiterou que vota em Serra - aceitou inclusive gravar depoimento para a campanha do candidato do PSDB, disponibilizado na internet ontem. "Várias pessoas me ligaram e me avisaram que meu nome aparecia lá. O meio que eu tinha de responder era escrevendo para quem pudesse para esclarecer minha posição", disse.
O tradutor e escritor Eric Nepomuceno, um dos organizadores do manifesto, admitiu ser "um tremendo e lamentável equívoco" a inclusão do nome da autora. "Devo pedir desculpas à minha colega de ofício, com todo respeito que ela e suas obras merecem", escreveu em nota enviada por e-mail.
Segundo ele, após a convocação dos intelectuais e artistas foram recebidos "mais de 10 mil e-mails em menos de duas semanas, muitíssimos deles de pessoas anônimas. Entre eles, o de uma senhora chamada Ruth Rocha". Encarregado de buscar nomes do meio cultural, diz que "não pediu, nem procurou" a adesão "da Ruth Rocha escritora". "Evidentemente, alguém - impossível, neste momento, saber quem -, ao divulgar a lista de adesões viu esse nome e pensou que fosse a escritora." Ainda de acordo com Nepomuceno, a lista inicial de artistas e intelectuais incluía 120 nomes - hoje, ele diz, são mais de 400. O cientista político Emir Sader, outro coordenador do manifesto, não deu maior importância ao protesto da autora. "Essas coisas acontecem, como aconteceu do nome do Ivan Lins aparecer no manifesto pró-Serra, e ele não vai votar em nenhum dos dois."
"Eu não a apoio. Incluir meu nome naquele manifesto é um desaforo! Mesmo que a apoiasse, não fui consultada. Seria um desaforo da mesma forma", escreveu a autora, que avaliou que o fato revela "falta de educação e a porção autoritária cada vez mais visível no PT".
O esclarecimento aconteceu dias depois de José Padilha, diretor de Tropa de Elite, cujo nome também constava do manifesto, negar que o tivesse assinado.
Ao Estado a escritora reiterou que vota em Serra - aceitou inclusive gravar depoimento para a campanha do candidato do PSDB, disponibilizado na internet ontem. "Várias pessoas me ligaram e me avisaram que meu nome aparecia lá. O meio que eu tinha de responder era escrevendo para quem pudesse para esclarecer minha posição", disse.
O tradutor e escritor Eric Nepomuceno, um dos organizadores do manifesto, admitiu ser "um tremendo e lamentável equívoco" a inclusão do nome da autora. "Devo pedir desculpas à minha colega de ofício, com todo respeito que ela e suas obras merecem", escreveu em nota enviada por e-mail.
Segundo ele, após a convocação dos intelectuais e artistas foram recebidos "mais de 10 mil e-mails em menos de duas semanas, muitíssimos deles de pessoas anônimas. Entre eles, o de uma senhora chamada Ruth Rocha". Encarregado de buscar nomes do meio cultural, diz que "não pediu, nem procurou" a adesão "da Ruth Rocha escritora". "Evidentemente, alguém - impossível, neste momento, saber quem -, ao divulgar a lista de adesões viu esse nome e pensou que fosse a escritora." Ainda de acordo com Nepomuceno, a lista inicial de artistas e intelectuais incluía 120 nomes - hoje, ele diz, são mais de 400. O cientista político Emir Sader, outro coordenador do manifesto, não deu maior importância ao protesto da autora. "Essas coisas acontecem, como aconteceu do nome do Ivan Lins aparecer no manifesto pró-Serra, e ele não vai votar em nenhum dos dois."
Opinião: "se Deus não existe, tudo é permitido"
por Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa
Nós passamos mais da metade da campanha eleitoral debatendo um tema da maior importância, mas pelo viés errado. O aborto. Quase como se fossemos noviços em um convento sendo doutrinados sobre o que é ou não é santificado.
O que se esconde por trás dessa situação limite para qualquer mulher, isso passou ao largo porque para os políticos é mais fácil ficar no terreno espiritual do que no material.
Simone de Beauvoir, a respeito do forte pensamento de Dostoievski que abre este artigo, disse que se Deus não existe, isso não significa, como pensa o homem moderno, que tudo é permitido. Ao contrário, disse ela, sem um poder exterior, tudo é de nossa inteira responsabilidade: um deus pode perdoar, apagar, remir, mas se Deus não existe, nossos erros são inexpiáveis.
Crer ou não crer é problema muito íntimo e pessoal e não cabe a ninguém entrar nessa seara. Respeitar a fé alheia é o que se espera de cada um de nós e naturalmente, na mesma medida, das autoridades constituídas. Uma das grandes vitórias da Revolução Francesa – e olha que não foram poucas as vitórias daquele movimento – foi o estabelecimento do laicismo como política de Estado.
Fugir de tema tão espinhoso como sendo problema espiritual das mulheres é que não dá... Francamente, aí entramos no terreno do desrespeito ao eleitor. O que precisava ser debatido, a sério e a fundo, a Saúde Pública e o Planejamento Familiar, ficaram soterrados sobre quem está certo, quem está errado.
Quer dizer, não foi tema debatido visando esclarecer o eleitor sobre quais os projetos deste ou daquele partido político; foi tema usado para agredir, xingar, caluniar, desrespeitar o outro. Uma vergonha.
Alguns hão de pensar: e daí? Falar nisso hoje, a menos de 48 horas do encontro com a urna? É. Pode ser que já esteja um pouco tarde, mas ainda tenho esperança que o eleitor pare e pense: o que é que eu quero para mim e os meus? Não precisa falar em voz alta. Pode pensar com os seus botões ou laçarotes: mas, por favor, pense bem.
Alguns analistas dizem, e eu creio nisso, que muitas pessoas ainda não estão com o voto definido, o que só será feito quase que diante da urna. Não sei se é coincidência, mas o fato é que conheço bastante eleitores nessa situação.
Aliás, uma coisa muito estranha ocorreu nesta campanha: o eleitor mais consciente, mais informado, mais atento ao noticiário e que mais se interessou pela campanha, é o que está mais confuso.
Claro está que não me refiro aos que saíram dos 20 anos marcados a ferro e fogo: esses não mudam de ideia nunca. Entra ano, sai ano, o mundo se modifica de forma espantosa e lá está ele, com o mesmo pensamento de 50 anos atrás.
Não pensem que me refiro aqui a algum partido especial. Não é nada disso. É mais aquele cidadão que tinha 20 anos nas décadas de 60/70 – esse parece que empedrou. Não muda. Se é de direita, acha que comunista come criancinha no alho e óleo, que os ateus são monstros e que ler Karl Marx é atraso de vida; se é de esquerda, hoje é um burguês refinado, cheio de criados a quem paga mal e explora diuturnamente, mas é contra o capitalismo e bate no peito a favor das políticas sociais. Desde que não sejam praticadas em sua casa...
Agora, nestas últimas horas, surgem dois movimentos um tanto ou quanto assustadores: um sentimento de revolta contra Bento XVI pelo único fato dele ter cumprido com a obrigação de qualquer líder religioso, orientar seus fiéis. Não vejo a mesma revolta quando os bispos da IURD falam... e esses são bem falantes!
É ou não é tragicômico? Passaram os últimos meses exibindo e gritando sua fé – agora que um pastor de milhões de almas falou, caem em cima dele. Sinceramente, não dá para entender.
Esquecidos estão os hepáticos que ouve e segue um líder religioso quem quer. O que fica muito bobo é o cidadão se dar ao luxo de criticar a religião do outro. Cada um na sua, façam esse favor a si mesmos.
O outro movimento, mais apavorante ainda, é esse súbito furor legislativo nas Assembléias estaduais – voltado para o tal conselho destinado a normatizar e fiscalizar a mídia. Essa é a verdadeira superbactéria – a que vai nos matar se não for erradicada no nascedouro!
Essa febre tem que ser erradicada e é urgente. Passa a ser, de hoje em diante, até que morra de inanição, a minha bandeira. Quero poder continuar a palpitar sobre meu país, meu estado, minha cidade, minha rua. E quero, sempre que possível, perguntar: de que se riem tanto nossas autoridades? Onde está a graça?
Nós passamos mais da metade da campanha eleitoral debatendo um tema da maior importância, mas pelo viés errado. O aborto. Quase como se fossemos noviços em um convento sendo doutrinados sobre o que é ou não é santificado.
O que se esconde por trás dessa situação limite para qualquer mulher, isso passou ao largo porque para os políticos é mais fácil ficar no terreno espiritual do que no material.
Simone de Beauvoir, a respeito do forte pensamento de Dostoievski que abre este artigo, disse que se Deus não existe, isso não significa, como pensa o homem moderno, que tudo é permitido. Ao contrário, disse ela, sem um poder exterior, tudo é de nossa inteira responsabilidade: um deus pode perdoar, apagar, remir, mas se Deus não existe, nossos erros são inexpiáveis.
Crer ou não crer é problema muito íntimo e pessoal e não cabe a ninguém entrar nessa seara. Respeitar a fé alheia é o que se espera de cada um de nós e naturalmente, na mesma medida, das autoridades constituídas. Uma das grandes vitórias da Revolução Francesa – e olha que não foram poucas as vitórias daquele movimento – foi o estabelecimento do laicismo como política de Estado.
Fugir de tema tão espinhoso como sendo problema espiritual das mulheres é que não dá... Francamente, aí entramos no terreno do desrespeito ao eleitor. O que precisava ser debatido, a sério e a fundo, a Saúde Pública e o Planejamento Familiar, ficaram soterrados sobre quem está certo, quem está errado.
Quer dizer, não foi tema debatido visando esclarecer o eleitor sobre quais os projetos deste ou daquele partido político; foi tema usado para agredir, xingar, caluniar, desrespeitar o outro. Uma vergonha.
Alguns hão de pensar: e daí? Falar nisso hoje, a menos de 48 horas do encontro com a urna? É. Pode ser que já esteja um pouco tarde, mas ainda tenho esperança que o eleitor pare e pense: o que é que eu quero para mim e os meus? Não precisa falar em voz alta. Pode pensar com os seus botões ou laçarotes: mas, por favor, pense bem.
Alguns analistas dizem, e eu creio nisso, que muitas pessoas ainda não estão com o voto definido, o que só será feito quase que diante da urna. Não sei se é coincidência, mas o fato é que conheço bastante eleitores nessa situação.
Aliás, uma coisa muito estranha ocorreu nesta campanha: o eleitor mais consciente, mais informado, mais atento ao noticiário e que mais se interessou pela campanha, é o que está mais confuso.
Claro está que não me refiro aos que saíram dos 20 anos marcados a ferro e fogo: esses não mudam de ideia nunca. Entra ano, sai ano, o mundo se modifica de forma espantosa e lá está ele, com o mesmo pensamento de 50 anos atrás.
Não pensem que me refiro aqui a algum partido especial. Não é nada disso. É mais aquele cidadão que tinha 20 anos nas décadas de 60/70 – esse parece que empedrou. Não muda. Se é de direita, acha que comunista come criancinha no alho e óleo, que os ateus são monstros e que ler Karl Marx é atraso de vida; se é de esquerda, hoje é um burguês refinado, cheio de criados a quem paga mal e explora diuturnamente, mas é contra o capitalismo e bate no peito a favor das políticas sociais. Desde que não sejam praticadas em sua casa...
Agora, nestas últimas horas, surgem dois movimentos um tanto ou quanto assustadores: um sentimento de revolta contra Bento XVI pelo único fato dele ter cumprido com a obrigação de qualquer líder religioso, orientar seus fiéis. Não vejo a mesma revolta quando os bispos da IURD falam... e esses são bem falantes!
É ou não é tragicômico? Passaram os últimos meses exibindo e gritando sua fé – agora que um pastor de milhões de almas falou, caem em cima dele. Sinceramente, não dá para entender.
Esquecidos estão os hepáticos que ouve e segue um líder religioso quem quer. O que fica muito bobo é o cidadão se dar ao luxo de criticar a religião do outro. Cada um na sua, façam esse favor a si mesmos.
O outro movimento, mais apavorante ainda, é esse súbito furor legislativo nas Assembléias estaduais – voltado para o tal conselho destinado a normatizar e fiscalizar a mídia. Essa é a verdadeira superbactéria – a que vai nos matar se não for erradicada no nascedouro!
Essa febre tem que ser erradicada e é urgente. Passa a ser, de hoje em diante, até que morra de inanição, a minha bandeira. Quero poder continuar a palpitar sobre meu país, meu estado, minha cidade, minha rua. E quero, sempre que possível, perguntar: de que se riem tanto nossas autoridades? Onde está a graça?
Frase
"Pena que o Papa Bento XVI tenha virado cabo eleitoral de forças conservadoras! Por que não elogia politicas sociais que salvam vidas?”
Frei Betto, ex-assessor de Lula
Frei Betto, ex-assessor de Lula
Bebê é resgatado três dias após tsunami na Indonésia
Um bebê de 18 meses foi encontrado com vida na remota ilha de Pagai Utara, na Indonésia, três dias após a passagem do tsunami que provocou devastação na região. Assista ao vídeo.
O bebê, que nesta sexta-feira continuava internado em uma clínica local, foi encontrado na quarta-feira por um menino de 10 anos dentro de um cano de escoamento. Os pais do bebê morreram.
As autoridades indonésias já confirmaram a morte de mais de 400 pessoas, mas ainda há mais de 300 desaparecidos, e muitos corpos ainda vêm sendo encontrados nas regiões costeiras.
O tsunami da segunda-feira foi provocado por um terremoto de magnitude 7,7 com epicentro no Oceano Índico.
As buscas pelos desaparecidos vêm sendo prejudicadas pelo mau tempo na região, com fortes chuvas e ondas grandes que tornam difícil o trabalho de rastreamento.
O governo indonésio prometeu milhões de dólares em ajuda para as famílias atingidas pelo tsunami, mas agências humanitárias dizem que muitas pessoas nas ilhas afetadas, a oeste da costa de Sumatra, ainda necessitam urgentemente de alimentos e abrigo.
Equipes humanitárias planejam levar ajuda por via aérea para as áreas remotas, mas teme-se que não haja helicópteros suficientes na região para a tarefa.
A Indonésia também está sofrendo com a devastação causada pela erupção do vulcão Merapi, na região central de Java, que deixou mais de 30 mortos na terça-feira.
O bebê, que nesta sexta-feira continuava internado em uma clínica local, foi encontrado na quarta-feira por um menino de 10 anos dentro de um cano de escoamento. Os pais do bebê morreram.
As autoridades indonésias já confirmaram a morte de mais de 400 pessoas, mas ainda há mais de 300 desaparecidos, e muitos corpos ainda vêm sendo encontrados nas regiões costeiras.
O tsunami da segunda-feira foi provocado por um terremoto de magnitude 7,7 com epicentro no Oceano Índico.
As buscas pelos desaparecidos vêm sendo prejudicadas pelo mau tempo na região, com fortes chuvas e ondas grandes que tornam difícil o trabalho de rastreamento.
O governo indonésio prometeu milhões de dólares em ajuda para as famílias atingidas pelo tsunami, mas agências humanitárias dizem que muitas pessoas nas ilhas afetadas, a oeste da costa de Sumatra, ainda necessitam urgentemente de alimentos e abrigo.
Equipes humanitárias planejam levar ajuda por via aérea para as áreas remotas, mas teme-se que não haja helicópteros suficientes na região para a tarefa.
A Indonésia também está sofrendo com a devastação causada pela erupção do vulcão Merapi, na região central de Java, que deixou mais de 30 mortos na terça-feira.
Ganso pede R$ 500 mil de salário para aceitar projeto do Santos
As negociações entre o Santos e os representantes do meia Paulo Henrique Ganso foram retomadas na última quarta-feira, na Vila Belmiro. Após recusar o projeto de carreira oferecido pela diretoria santista, a transação foi dada como encerrada. No entanto, as duas partes voltaram a conversar e podem chegar a um acordo nas próximas semanas. Segundo o iG apurou, Ganso pediu R$ 500 mil de salário para assinar um novo contrato com o clube.
Desta forma, o atleta aceitará a ceder 30% dos direitos de sua imagem individual. Na proposta inicial do Santos, o clube ofereceu um salário de R$ 150 mil, além de pagar R$ 1,5 milhão por ano, dividido em parcelas mensais de R$ 125 mil, para ficar com 30% da imagem do atleta.
Nesta semana, representantes da DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, que gerenciam a carreira do jogador, esteviram reunidos com os familiares do atleta, e com o presidente do Santos, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, para reiniciar as negociações. O encontro deixou os familiares de Ganso animados, já que o mandatário garantiu que estará exclusivamente tratando do assunto.
ig
Desta forma, o atleta aceitará a ceder 30% dos direitos de sua imagem individual. Na proposta inicial do Santos, o clube ofereceu um salário de R$ 150 mil, além de pagar R$ 1,5 milhão por ano, dividido em parcelas mensais de R$ 125 mil, para ficar com 30% da imagem do atleta.
Nesta semana, representantes da DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, que gerenciam a carreira do jogador, esteviram reunidos com os familiares do atleta, e com o presidente do Santos, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, para reiniciar as negociações. O encontro deixou os familiares de Ganso animados, já que o mandatário garantiu que estará exclusivamente tratando do assunto.
ig
Lula responde ao Papa e diz que ” Brasil é democrático e laico”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (29) que o Brasil é um país democrático e laico, por isso a população se manifesta do jeito que quiser. “Eu acho que cada um vai de acordo com a sua consciência”, disse, em referência à declaração dada ontem pelo papa Bento 16 para que os bispos brasileiros condenem a descriminalização do aborto. O tema vem sendo usado pela campanha dos candidatos a Presidência da República para conquistar votos.
“Não vejo nenhuma novidade na declaração do Papa. Esse é o comportamento da Igreja Católica desde que ela existe. Se você for ver o que a Igreja Católica falava há 2 mil anos, ela falava exatamente o que o papa falou”, declarou Lula durante sua participação na 26ª edição do Salão Internacional do Automóvel, que acontece em São Paulo.
O presidente minimizou a polêmica criada em torno da fala do pontífice e sua possível interferência no pleito de domingo (31). “Isso pode ser falado a qualquer momento. Pode ser falado ontem, hoje, amanhã, depois de amanhã”, afirmou.
Para Lula, a declaração da Igreja reforça a liberdade que existe no país, porque “a gente se manifesta, a gente ganha ou a gente perde, a gente pode pagar o preço pelos erros que cometer”. “Pelo reconhecimento da soceidade brasileira, parece que a gente teve mais acerto”, concluiu.
UOL
“Não vejo nenhuma novidade na declaração do Papa. Esse é o comportamento da Igreja Católica desde que ela existe. Se você for ver o que a Igreja Católica falava há 2 mil anos, ela falava exatamente o que o papa falou”, declarou Lula durante sua participação na 26ª edição do Salão Internacional do Automóvel, que acontece em São Paulo.
O presidente minimizou a polêmica criada em torno da fala do pontífice e sua possível interferência no pleito de domingo (31). “Isso pode ser falado a qualquer momento. Pode ser falado ontem, hoje, amanhã, depois de amanhã”, afirmou.
Para Lula, a declaração da Igreja reforça a liberdade que existe no país, porque “a gente se manifesta, a gente ganha ou a gente perde, a gente pode pagar o preço pelos erros que cometer”. “Pelo reconhecimento da soceidade brasileira, parece que a gente teve mais acerto”, concluiu.
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