domingo, 7 de novembro de 2010

Em quantas cidades Dilma e Serra venceram em todo o Brasil ?

Dilma Rousseff (PT) venceu em 3.878 municípios brasileiros no segundo turno. José Serra (PSDB) venceu em 1.686. Em porcentagem: 70% a 30% para a petista. Como ela teve 56% dos votos válidos, a desproporção se explica pela maciça vitória de Dilma nas pequenas cidades (de todo o país, menos de São Paulo), e pelo equilíbrio dos dois nas cidades grandes e médias.

PMDB pede o comando de Itaipu

O PMDB está com fome de poder.

Não quer apenas manter, no governo Dilma Rousseff,  o mesmo número de ministérios da administração passada — apesar do crescimento de praticamente todos os partidos da base do governo, o que significa que o PMDB deveria abrir mais espaço para os aliados.
Neste início de negociações para o preenchimento de cargos do futuro governo, os peemedebistas disseram que também querem, no segundo escalão, ocupar posições de maior importância do que vinham assumindo.
Por exemplo: o presidente do PMDB, Michel Temer, informou ao presidente do PT, José Eduardo Dutra, que os peemedebistas querem o comando de Itaipu Binacional.
Trata-se da joia da coroa.  O diretor-geral brasileiro da estatal, Jorge Samek, é amigo pessoal do presidente Lula. E a futura presidenta, Dilma Rousseff, vem exatamente da área de energia; está de olho em Itaipu.

Poder Online

Lula deixa conta de R$ 50 bi para Dilma pagar em 2011

Faltam oito semanas. No sábado 1º de janeiro, Lula vai passar a Dilma Rousseff a faixa presidencial junto com uma conta bilionária a ser paga no primeiro ano do novo governo. A dimensão exata dessa fatura somente será conhecida em janeiro. Mas sabe-se, por exemplo, que, se o presidente decidisse não gastar mais um único centavo em novos projetos a partir desta segunda-feira – o que é absolutamente improvável -, deixaria uma herança de R$ 50,7 bilhões em débitos a pagar no Orçamento de 2011, apenas por obras e serviços já encomendados (construção de habitações, barragens, postos de saúde, manutenção de estradas, etc). Esse valor das contas federais penduradas até a semana passada já é maior que a soma dos investimentos em obras (R$ 43 bilhões) no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) previstos para o ano que vem. Representa o resultado de uma opção na execução do Orçamento público, feita por Lula em parceria com Dilma, que conduziu o PAC quando chefiava a Casa Civil. É, principalmente, a moldura do retrato de um governo prisioneiro da expansão de uma grande máquina burocrática, que ele mesmo consolidou.

O Globo

Presidente do PT discorda de Cid Gomes sobre apoio ao Aécio Neves

Para o Senado, o governador reeleito do Ceará, Cid Gomes (PSB), defende o tucano Aécio Neves para a presidência, como um gesto do governo de abertura para a oposição. “Eu respeito a proposta do governador Cid Gomes, mas não tem chance de acontecer, porque a tradição é sempre a maior bancada eleger o presidente e o PSDB é a quarta bancada”, afirmou Dutra.O presidente do PT avaliou que há outras formas de acenar à oposição e que a abertura do diálogo será uma iniciativa do governo.”

(Portal Terra)

Chávez enrola o Brasil com refinaria de Pernambuco

O presidente falastrão da Venezuela, Hugo Chávez, continua enrolando sem desembolsar um centavo na construção da refinaria petrolífera de Abreu e Lima, em Pernambuco. Ele influenciou na escolha do local, para instalar a refinaria, cuja pedra fundamental foi lançada em 2005, e assumiu o compromisso de bancar 40% da obra. Mas até agora só a Petrobras tem investido no projeto estimado em US$ 13 bilhões.

Claudio Humberto

Só 58 ministérios acomodariam todos os aliados de Dilma Rousseff

Se Dilma Rousseff decidisse contemplar todos os pedidos dos 12 partidos de sua base, teria de ampliar o tamanho da Esplanada de 37 para no mínimo 58 ministérios.
Sua maior dor de cabeça será a indicação de nomes para os disputadíssimos ministérios dos Transportes, das Cidades e da Integração Nacional, cobiçados por PMDB, PT, PSB, PP e PSC.
O poder de investimento dessas pastas explica a atração que exercem: são R$ 31,9 bilhões livres para obras neste ano (46% do total de toda a Esplanada) e uma previsão generosa para o próximo.
O Ministério das Cidades, com orçamento de investimentos de R$ 8,2 bilhões, está hoje nas mãos do PP. E é o campeão em número de postulantes no governo Dilma. Quatro legendas (PMDB, PT, PSB e PP) competem entre si.
Já Transportes, controlado atualmente pelo PR, é disputado por PMDB e PT. A pasta tem o maior orçamento para obras: R$ 16,4 bilhões.
Cidades e Transportes ganharão mais vulto com a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016. Praticamente toda a receita desses ministérios vem do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Dilma planejava colocar nessas áreas titulares de sua extrema confiança e profissionalizar mais os ministérios. Mas terá que superar a ansiedade de seus aliados.
A petista fez sua campanha presidencial ao lado do mais robusto arco de alianças. Venceu a eleição com a promessa de acomodar dez partidos. Além deles, PP (oficialmente neutro) e PTB (que apoiou José Serra) também querem espaço no governo.
Embora a partilha de cargos atenda a certas peculiaridades, há uma tradição em Brasília de levar em conta o desempenho nas urnas. O PSB conquistou seis governadores. Como possui hoje dois ministérios de pouco peso (Ciência e Tecnologia e Portos), deve ganhar ao menos mais um. O objetivo principal é reaver Integração Nacional, perdido para o PMDB.
Há 20 ministérios em disputa, mas o foco da cobiça parece recair sobre o patrimônio do PMDB. Todas as seis pastas controladas pela legenda são desejadas por outros aliados. Os destaques são Integração Nacional, Saúde e Agricultura.
Das áreas sob o comando do PT (17), só o Turismo mereceu interesse do PSC e do PTB. O PDT também estaria na disputa, mas dificilmente terá outra pasta além de Trabalho, que ocupa hoje, pois diminuiu no Senado e não elegeu governador.

Painel

Opinião: a verdadeira cidadania

Cidadania no sentido de apego ao país, de patriotismo, somente ocorre em período de Copa do Mundo de futebol. Bandeiras são colocadas nas janelas, nas seções de trabalho e nos carros; todo tipo de brinde é fornecido com as cores do Brasil; as pessoas cantam até o Hino Nacional inteiro, mesmo que por puro fingimento, já que a maioria não conhece uma frase.
Outro momento em que esse exercício de cidadania ocorre é no período eleitoral. Não se trata de um sentimento nacionalista verdadeiro. A pieguice prevalece nesses dois momentos. Nas eleições, por interesse de candidatos com vistas a uma votação relevante, para evitar a discussão e mudança no atual sistema, especialmente evitar o voto facultativo. Pena que não seja assim, depois das eleições é que a verdadeira cidadania deveria ser exercida.
No exercício dos cargos os candidatos eleitos acertam contas com seus doadores mais expressivos, seja de forma direta, quando só se descobre depois dos mensalões, ou indireta por meio de licitações, como a do Metrô agora no final de 2010, cujo resultado a Folha anunciara os vencedores há seis meses, com exatidão de cem por cento.
Dilma Rousseff e José Serra protagonizaram uma das piores campanhas em trocas de acusações e promessas. Assim que tomam posse, os eleitos costumam repetir a frase de que imaginavam ser difícil, mas não tanto. E nesse momento seria a hora de aflorar a verdadeira cidadania e haver pressão à altura das promessas que ela fez. Mesmo que não servisse para tornar realidade o prometido, ao menos serviria para evitar promessas vazias e irrealizáveis apenas para obter votos.
Para transformar essa pressão em resultados são outros quinhentos. Se o cidadão passa e-mail, manda carta ou telefona todos vão parar na lata do lixo de um assistente da secretária do chefe executivo de um gabinete qualquer. Se for ao gabinete, não passa da antessala do mesmo assistente, quando consegue adentrar o prédio. 
O meio mais eficiente seriam as manifestações públicas, mas a mídia trata de rechaçá-lo, sob a alegação de que não se pode prejudicar terceiro, ou são tachados de bagunceiros. Além desses, cada um deveria exprimir sua posição com camisetas, com faixas, cartazes; as mesmas utilizadas no período de Copa do Mundo para manifestação de apoio ou criticar a seleção de futebol.
Somente no período de campanhas e eleições o eleitor é valorizado e o voto é enaltecido como ato supremo da cidadania. Trata-se de verdadeiro engodo aos menos esclarecidos. Primeiro, porque cidadania e voto obrigatório são antagônicos. E isso nem sequer é lembrado pelos principais interessados e pela mídia brasileira. Depois, porque o ato de votar, por si só, não ajuda em nada à democracia, pois a cidadania se exerce no dia a dia durante o exercício do mandato com apoio às ações que esteja de acordo, e principalmente se manifestando contrário às que desaprova, por todos os meios citados.
Cada gestão deveria eleger um problema a resolver. No governo Dilma, bastaria extinguir o analfabetismo absoluto, o que a pessoa não sabe assinar o nome, para no próximo acabar o formal, que significa não saber ler nem escrever. Embora pareça, não é pouco. Há 40 anos fracassam um programa atrás do outro e a alta taxa de analfabetismo continua inabalada.
As promessas feitas durante as campanhas deveriam ser reprisadas toda vez que o eleito colocasse uma desculpa pelo descumprimento. Isso talvez evitasse promessas vazias. Precisa ficar definitivamente arraigado na cabeça dos gestores públicos que a responsabilidade pelos subalternos é presumida. Cristalizar a ideia de que a presidenta tem a obrigação de abortar as Erenices da vida, mas se as parir, ela terá que saber ao menos quem é o pai. Caso a sociedade exerça essa força, aí se caracterizaria a verdadeira democracia que, definitivamente, está a anos luz de apertar um botão no dia da eleição.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
    Bel. Direito

Preconceito contra os nordestinos e a razão do medo

Por Mauro Santayana

É com amargura que somos obrigados a retomar o tema, mas o silêncio, nesse caso, é criminosa cumplicidade. Trata-se da estúpida e perigosa reação de jovens dos estados do Sul, sobretudo de São Paulo, contra os brasileiros do Nordeste, desta vez com relação aos resultados eleitorais. O racismo é abominável, ao não aceitar os seres humanos diferentes, mas é também incômodo ao revelar a profunda ignorância dos que o praticam. Todos os homens são iguais em sua essência, e a moderna biologia vai além: as diferenças entre os seres humanos e os demais mamíferos são insignificantes.

A vida é a aventura comum da matéria. Não conhecemos suas razões e provavelmente jamais as conheceremos. Os grandes aceleradores de partícula podem identificar o bóson de Higgs, em que, conforme a presunção de alguns físicos, Deus poderá ser encontrado. Mas, ainda que ali o encontrássemos, seria impossível com ele dialogar e conhecer as suas razões para criar o cosmo. Restará sempre a dúvida: por quê? Por que a vida, por que a morte, por que o ódio?

Como seres humanos, tivemos que lutar pela sobrevivência contra outros seres vivos, das feras pré-históricas aos vírus e bactérias identificados em nosso tempo, e contra seus vetores, como os ratos e os insetos. Como seres humanos, não temos sabido conviver uns com os outros, como provam as guerras, e o racismo – suprema manifestação da ignorância – não é só um sentimento dos homens primitivos, que sobrevive entre nós. É a exposição mais transparente da debilidade, do medo. Esses jovens de São Paulo e de outras cidades meridionais, no fundo, não desprezam os nordestinos. Temem, apenas, que eles os venham suplantar, o que já começa a ocorrer. O desempenho intelectual de moças e rapazes das universidades de Campina Grande, de Natal, de Recife – entre outras – está surpreendendo os observadores, principalmente no que se refere ao conhecimento científico.

As pessoas, quando aprendem a pensar, tornam-se poderosas – e riem dos preconceitos. Para aprender a pensar, basta duvidar das verdades tidas como absolutas. A única verdade absoluta é a morte. Temos que combater todos os racismos, mesmo quando eles se disfarçam na “defesa” da própria “raça”. Esse combate se inicia na constatação de que raça é substantivo abstrato. Não existem raças humanas. Houve, como confirma a ciência, durante a peregrinação da espécie, a partir da África, a adaptação dos seres humanos às condições próprias das latitudes, da alimentação, do clima, o que resultou na cor da pele e em outras alterações do corpo. Somos todos “afrodescendentes”, para fazer concessão a outra violação do bom-senso, que é o uso dos termos “politicamente corretos”. Se black is beautiful, por que rejeitar a palavra negro?

Mas, no caso dos nordestinos, não é o preconceito “racial” que atua. Eles são discriminados porque, em sua imensa maioria, são pobres. Sua pobreza secular é resultado de duas catástrofes: uma, natural, a da seca; outra, social, a da cruel opressão das oligarquias. Essas duas tragédias os tangeram à migração. Sendo-lhes negada a educação, viram-se, nos estados desenvolvidos, obrigados aos trabalhos mais penosos e mal remunerados. Da mesma forma que não há preconceito contra os negros ricos, tampouco há contra os nordestinos ricos; nem há no Nordeste mais mestiços do que no resto do Brasil. Ao contrário: numerosas de suas famílias descendem dos holandeses e franceses que ocuparam a região, e deixaram sua marca genética, na cor da pele, dos cabelos, dos olhos. O que eles temem é a ascensão dos pobres ao poder, nordestinos ou não, como é o caso de Lula.

É necessário impedir que a infecção se alastre. Ela deve ser cauterizada logo, pela ação rápida e severa da Justiça.

Michel Temer o conciliador entre o PT e PMDB

O vice-presidente eleito, Michel Temer (PMDB-SP), afirmou que o acordo entre seu partido e o PT para eleição do novo presidente da Câmara "vai pacificar a relação" entre as duas legendas, "que estava ficando um pouco tumultuada".
Na noite de sexta-feira no Rio, Temer foi um dos convidados da festa de casamento da filha do deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pré-candidato a presidente da Câmara.
Pelo acordo, citado por Temer, o PMDB e o PT vão se revezar na presidência da Casa dos deputados durante o mandato da presidente eleita Dilma Rousseff (PT).
A negociação é para definir qual dos partidos assume o primeiro biênio (2011-2012).
"Eu gostaria de ser [presidente] no primeiro biênio para desafios que serão palpitantes para a Câmara, como reformas política e tributária. Eu estou lá há quarenta anos", afirmou Alves.
Durante a festa, Alves e Temer se sentaram juntos e conversaram ao pé do ouvido. Também à mesa estava o ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais). "Se houver um impasse, eu delego ao Michel o poder de decidir. Não haverá confronto [com o PT]", disse Alves.

Painel

PMDB se nega a incluir Meirelles em ‘cota’ ministerial

Na dança de elefantes em que se converteu a composição do ministério de Dilma Rousseff, Henrique Meirelles tornou-se uma tromba órfã.

A presidente eleita hesita em manter Meirelles na presidência do Banco Central. Passou a reuminar a hipótese de aproveitá-lo num ministério.

Imaginou-se que Meirelles, respeitado pelo mercado e dono de inegável capacidade gerencial, poderia cuidar de uma pasta voltada à infreaestrutura.

Iria ao “novo” gabinete como parte da cota do PMDB. Cuidaria de portos, aeroportos e rodovias. Porém...

Porém, cristão novo no PMDB, Meirelles é refugado por "sua" legenda. Se Dilma decidir aproveitá-lo na equipe, terá de fazê-lo por conta própria.

O PMDB quebra lancas para manter sob Dilma a mesma quantidade de pastas que amealhou sob Lula: seis ministérios.

E não há na cúpula da legenda quem se disponha a abserver Meirelles nessa cota.

O PMDB receia que, transferido para a Esplanada, Meirelles se recuse a fazer o jogo partidário, que consiste em extrair dos ministérios o máximo de dividendo$.

Folha

PSDB: confusão à vista

Alguns tucanos observam que José Serra ensaia a possibilidade de entrar na disputa para a presidência nacional do PSDB. Muitos apostam em confusão e grande caso isto aconteça. 

Após "beijaço" gay, papa ataca aborto e defende casamento tradicional na Espanha

Após passar por um beijaço gay em Barcelona, o papa Bento 16 atacou neste domingo o aborto e defendeu a família tradicional em clara crítica às leis liberais do governo socialista espanhol de José Luis Rodríguez Zapatero.

O papa, que já criticara o "agressivo" sentimento anti-Igreja na Espanha, defendeu a família como a união de um homem e uma mulher. "O amor indissolúvel de um homem e uma mulher é o marco eficaz e o fundamento da vida humana em sua gestação, em seu parto, em seu crescimento e em seu término natural", recordou.
A Espanha aprovou o casamento homossexual há cinco anos. Neste domingo, cerca de 200 gays fizeram um "beijaço" durante a passagem do papamóvel pelas ruas de Barcelona, em um protesto contra as políticas da Igreja Católica sobre o tema.
Metade dos manifestantes se beijaram e a outra metade vaiou o papa em sua passagem pela Catedral de Barcelona, onde realizou uma missa neste domingo. O protesto ocorreu em meio a milhares de fiéis que esperavam entusiasmados Bento 16.
ABORTO
O papa pediu ainda aos governos "adequadas medidas econômicas e sociais para que o homem e a mulher que contraem matrimônio e formam uma família sejam decididamente apoiados pelo Estado para que se defenda a vida dos filhos como sagrada e inviolável desde o momento de sua concepção e que a natalidade seja dignificada, valorizada e apoiada jurídica, social e legislativamente".
Há quatro meses, entrou em vigor no país a nova legislação espanhola sobre o aborto, que o Vaticano classificou de "insensata'. A nova lei, que amplia a anterior, permite o aborto livre dentro de um prazo de 14 semanas e autoriza o aborto de maneira excepcional até 22 semanas de gravidez em caso de risco para a vida e a saúde da mãe ou em caso de graves malformações do feto.
Depois da missa, o papa inaugurará os trabalhos de construção de uma residência do instituto Obra Nen Deu, que acolhe crianças autistas e com deficiências mentais, e à tarde concluirá sua viagem de dois dias à Espanha.
Bento 16 chegou a Barcelona procedente de Santiago de Compostela. A visita tem como objetivo reacender a fé em uma das principais nações católicas do mundo. Bento 16 afirmou neste sábado que o anticlericanismo sentido hoje na Espanha remete aos anos 30, quando a Igreja Católica sofreu uma onda de violência e mal-estar em meio à guerra civil.

Folha

MEC estuda reaplicar Enem para candidatos com caderno de provas amarelo

O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Joaquim José Soares Neto, afirmou que o órgão ainda está avaliando a extensão do problema com a prova amarela na etapa de sábado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Foram relatados casos em que veio encartada no caderno de questões da prova amarela uma folha da prova branca - o que resultaria em repetição de perguntas.
Todas as possibilidades serão examinadas, afirmou Soares Neto, inclusive a aplicação de um novo teste para os alunos que não tiveram a prova amarela com erro trocada por um teste sem problemas.
O Enem é igual para todos os candidatos, mas, por questão de segurança, a ordem das questões é diferente. Assim, quatro modelos de prova, cada um numa cor, são distribuídos no país.
Ontem, as cores dos testes eram amarela, branca, azul e rosa. Quando detectado o erro, houve substituição dos cadernos, segundo o Inep e relatos de candidatos.
- Não posso descartar nenhuma possibilidade - afirmou Soares Neto, que está concedendo entrevista coletiva em Brasília.

O Globo

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