quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Iguatu é o centro do universo literário da região Centro-Sul


A Praça da Matriz em Iguatu foi palco nesta quarta-feira, 03, do início da X Bienal do Livro. Uma ação do IFCE Campus de Iguatu em parceria com a Prefeitura Municipal. O evento teve uma grande participação popular e conquistou um público especial que são os amantes da leitura.
Destaque para a bela Casa Literária que recebeu uma grande visitação no seu primeiro dia de abertura ao público, “ a casa é linda, parece que estamos numa caixa de brinquedo, tudo é muito belo, eu e minha filha estamos encantadas. Esta Bienal já está gravada em minha mente apenas por esta casa que me fez viajar no mundo da leitura que tanto amo”afirmou Simone Carvalho e sua filha Lia Gomes.
Várias autoridades compareceram ao evento, representando o prefeito Agenor Neto, a Secretária Benildes Uchoa; o vereador Aderilo Filho; o diretor geral do IFCE, Ivan Holanda, representantes do SESC e demais entidades.
“ Para nós do IFCE é uma honra observar que uma feira de livros que começou em nossa entidade e hoje toma esta dimensão. Esperamos que esta parceria com a Prefeitura de Iguatu, o evento entre no calendário oficial da cidade e se transforme em uma Bienal Regional” disse Ivan Holanda.
O vereador Aderilo Filho também destacou a importância do evento, “ é sem dúvidas algo maravilhoso para a nossa cidade e coloca Iguatu em destaque na área cultural do Sul do Ceará” declarou.
A Secretária de Educação Benildes Uchoa, prevê que a Bienal possui uma grande força e demonstra a possibilidade de que na próxima edição seja de amplitude regional, “ quando observamos este projeto, decidimos ser parceiros para dar o impulso necessário e regionalizar a Bienal. Este é o pensamento do nosso gestor municipal Agenor Neto que prevê o crescimento não apenas de uma cidade, mas de toda a região” finalizou.
O representante do IMEPH, Francisco Gilson, falou sobre a Bienal, “ a Editora IMEPH se encontra no interior do estado com o programa “Nas Ondas da Leitura” e ao longo destes dois anos sempre estão participando de eventos que incentivam a leitura, sempre em parceria com a SEDUC de Iguatu e estar aqui nesta Bienal é mais uma oportunidade de poder estreitar o vínculo com Iguatu e de trabalhar o incentivo da leitura com os alunos da rede municipal de ensino” disse.
A animação do evento ficou por conta da Orquestra de Música, Padre Pio, de Jucás e em seguida a juventude cantou e dançou com os sucessos da Banda Unidade II.    

Fonte: www.iguatu.net

Governador Cid Gomes nomeia novo desembargador do Tribunal de Justiça


O governador Cid Gomes nomeou nesta quarta-feira (03), o procurador de justiça Paulo Francisco Banhos Ponte para a vaga de desembargador do Tribunal de Justiça, do quinto constitucional destinada ao Ministério Público Estadual. Cid havia recebido a lista tríplice, no último dia 10, do presidente do TJ, Ernani Barreira. Além de Paulo Ponte, também integravam a lista os procuradores José Valdo Silva e Marcos Tibério Castelo Aires.
O processo de escolha ocorreu em sessão pública do Pleno do Tribunal de Justiça no último dia 21 de setembro. O representante do Ministério Público Estadual escolhido irá ocupar a vaga deixada por Raul Araújo Filho, que tomou posse como ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no dia 12 de maio deste ano, na vaga decorrente da aposentadoria do ministro Paulo Gallotti.

Perfil

PAULO FRANCISCO BANHOS PONTE – Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFC) e pós-graduado em Aperfeiçoamento, Especialização e Mestrado, também pela UFC, Paulo Banhos foi promotor de Justiça das Comarcas de Saboeiro, São Gonçalo do Amarante, Senador Pompeu e Fortaleza. Foi fundador e primeiro diretor da Escola Superior do Ministério Público (ESMP), além de ter atuado como assessor da Procuradoria Geral de Justiça, diretor da Revista do Ministério Público, chefe de Gabinete do Procurador Geral, professor do Curso de Pós-Graduação e Aperfeiçoamento do Ministério Público, entre outras funções. Atualmente, além de procurador, é professor adjunto da Faculdade de Direito da UFC e professor da ESMP.

Deputado Fernando Hugo faz pronunciamento contra a xenofobia e discriminação na ALECE

O deputado Fernando Hugo (PSDB) fez pronunciamento nesta quarta-feira (03/11) na Assembleia Legislativa para abordar a discriminação que o Nordeste vem sofrendo, a partir do resultado das eleições. Ele lembrou que a região já foi uma das mais desenvolvidas do Brasil, quando houve o ciclo da cana de açúcar. “Há formas toscas de pensar, como a da cidadã Maiara Peluso, que critica o povo nordestino por ter dado a maioria para Dilma Rousseff”.

Ele informou que tem parentes que moram em São Paulo que estão indignados com a “bestialidade” proposta por paulistanos contra nordestinos, por meio da rede social da Internet, o Twitter. “A política tem de ter amor e vibração. A eleição ocorreu da forma mais democrática. Não se pode agora pregar o ódio com frases como “mate um nordestino para salvar São Paulo”. De que forma se pode ter um Brasil unido quando se prega a divisão nacional?”.

O deputado tucano considerou que se no Nordeste Dilma obteve mais de 70% dos votos, é importante que se faça aqui um trabalho político para a região receber do Governo Federal um olhar diferenciado. “Não podemos ter como única ação o Bolsa Família, precisamos também obras estruturais para corrigir as distorções econômicas e sociais do Brasil”.

Para o deputado tucano, é inaceitável a divulgação de ideias xenófobas. “Esse é um assunto sociológico, com raízes históricas, temos como principais difusores os maus pensantes brasileiros das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. É uma anti-cidadania”.

Heitor Férrer avisa que pode entrar com ação civil pública contra o TCE

O deputado Heitor Férrer (PDT) afirmou, na sessão plenária desta quarta-feira (03/11) da Assembleia Legislativa, que pode dar entrada em ação civil pública contra o Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE), caso o órgão não realize concurso público para preencher uma vaga de auditor. Segundo ele, deixar a cadeira ociosa é uma medida inconstitucional.

Heitor lembrou que, em 2005, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a realização de certame para preencher três vagas de auditores e três vagas de procuradores, vazias há 20 anos. A decisão veio em resposta à Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) nº 3276, de autoria do pedetista. O TCE obedeceu. Contudo, segundo o parlamentar, mesmo sabendo que um dos auditores seria içado ao posto de conselheiro, o Tribunal não prorrogou o concurso.

Férrer disse que isto impediu o quarto colocado de assumir. “O presidente à época (Pedro Timbó) não teve força de presidente. Atendeu aos desejos pessoais de outros conselheiros, que diziam que o candidato tinha ligação com outra conselheira (Soraya Victor – tida por membros daquela Corte como desafeto). Vamos passar mais 20 anos sem auditor?”, indagou.

O parlamentar admitiu não querer levar o caso ao Ministério Público Estadual (MPE). Para isto, vai esperar o TCE atender a requerimento de sua autoria solicitando a feitura de um novo concurso público. “Se não atenderem, entrarei com ação civil pública”, alertou, cobrando, ainda, a transmissão ao vivo das sessões do pleno do Tribunal pela TV Assembleia – realizadas todas as terças-feiras, às 15 horas.

Com rombo, campanha de José Serra busca recursos

Na tentativa de cobrir o rombo financeiro da campanha da oposição à Presidência da República, a cúpula do PSDB resolveu que a arrecadação de recursos terá de se estender até o fim deste mês. Em almoço anteontem em São Paulo, o presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), e Márcio Fortes, responsável pelo fluxo de arrecadação e despesa da campanha presidencial de José Serra, mergulharam nas planilhas para traçar o diagnóstico do que deve ser feito. O objetivo é evitar que fiquem dívidas para o diretório nacional do PSDB.
De acordo com o quadro analisado pelos tucanos, o partido está com mais de R$ 30 milhões no vermelho - chegou a fechar o primeiro turno da eleição presidencial com R$ 22 milhões a menos do que precisava, diante de uma arrecadação de R$ 62 milhões.
A legislação eleitoral prevê que o candidato que disputar o segundo turno deverá apresentar as contas consolidadas até 30 de novembro de 2010. Norma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) permite que haja arrecadação de recursos depois de terminada a disputa, mas em casos excepcionais: "Exclusivamente para quitação de despesas já contraídas e não pagas até aquela data, as quais deverão estar integralmente quitadas até a data da entrega da prestação de contas à Justiça Eleitoral, sob pena de desaprovação das contas".
Integrantes do comitê financeiro dizem que o partido não deixará dívidas para o diretório nacional porque há promessas da entrada de recursos para honrar compromissos assumidos com fornecedores, como gráficas e equipes de comunicação.
A avaliação é que a campanha deve arrecadar no máximo R$ 40 milhões no segundo turno. Algumas empresas dividiram a contribuição financeira da campanha por meio de parcelas. A expectativa do partido é de que os empresários honrem com o "compromisso" e doem as parcelas restantes, mesmo com a derrota. 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Massa acredita em Dilma Rousseff

O piloto brasileiro de Formula 1 Felipe Massa espera que a recém eleita presidente do Brasil, Dilma Rousseff, continue com o caminho do "bom trabalho" levado a cabo pelo chefe de Estado que agora deixou o cargo Lula da Silva.
Num comunicado publicado no "blogue" da Ferrari, a "escuderia" italiana pela qual Massa compete, o piloto brasileiro, que se encontra em São Paulo, diz ter muita vontade em disputar o Grande Prémio do Brasil, agendado para o próximo fim de semana no circuito de Interlagos.
"Aumenta a expetativa para este fim de semana, ainda que estejamos a sair de acontecimento tão importante como as eleições presidenciais. Pela primeira vez temos uma presidente, Dilma Rousseff. Lula fez um bom trabalho para o Brasil nos últimos oito anos e espero que se continue por esse caminho", refere Massa.

Record

Sonia Abrão alfineta Dilma Rousseff

Nesta semana  (1), a jornalista Sonia Abrão alfinetou a nova presidente do Brasil, Dilma Rousseff. A apresentadora do ''A Tarde é Sua'' revelou que votou em José Serra e desejou boa sorte para Dilma.

Sonia frisou que se queriam uma presidente, o Partido poderia ter escolhido outra mulher com mais biografia.

Silas Malafaia lamenta vitória de Dilma Rousseff

O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia, lamentou nesta segunda-feira, dia 1º, em seu twitter a vitória da petista Dilma Rousseff, à presidência da república.
Malafaia defendeu Serra após deixar de apoiar Marina Silva.
Pelo twitter o assembleiano ao saber do resultado disse que tem a consciência limpa por ter contribuido para que ambos os candidatos à presidência se posicionassem a favor dos princípios cristãos. "Todos sabem que votei em Serra. Mas quem ganhou foi a Dilma. Como cristãos, só temos uma coisa a fazer: orar por ela (1 Tm2)".

Justiça Eleitoral recebeu 15.792 prestações de contas

A Justiça Eleitoral recebeu, até as 11h40 desta quarta-feira, 15.792 prestações de contas final dos candidatos, partidos políticos e comitês financeiros que concorreram no primeiro turno das eleições. 

O prazo para entrega da prestação de contas terminou ontem (2) e o total de recebimento esperado é de 24.198 prestações. Os candidatos que disputaram o segundo turno podem entregar as contas até o dia 30 de novembro.
A não prestação de contas impede a obtenção de certidão de quitação eleitoral no curso do mandato ao qual o candidato concorreu.
Os candidatos ainda podem responder por abuso do poder econômico. O partido, por si, ou por intermédio de comitê financeiro que descumprir as normas de arrecadação e gastos de recursos da campanha eleitoral perderá o direito ao recebimento da quota do fundo partidário do ano seguinte ao da decisão. 

Folha

‘O PMDB não cederá um milímetro nos seus direitos’

Por Josias de Souza

Líder do PMDB e candidato à presidência da Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN) explicou como seu partido negociará a participação no governo Dilma Rousseff: “O PMDB não cederá um milímetro nos seus direitos nem ousará faltar um milímetro nos seus deveres. Essa é a síntese do partido”.

 Em entrevista ao blog, Henrique Alves se esforçou para jogar água na fervura que aquece as relações do seu partido com o petismo: “Ninguém está apostando em confronto com o PT. Não haverá. Não há a menor hipótese”.

Informou, porém, que o PMDB não abre mão de manter sob Dilma os seis ministérios que obteve na gestão Lula, à qual se incorporou em 2007. A partilha da Esplanada foi aberta na noite passada, em jantar que reuniu o vice-presidente eleito Michel Temer e o presidente do PT, José Eduardo Dutra.


Vai abaixo a entrevista com Henrique Alves:

- Soube que o sr. e Cândido Vaccarezza [candidato do PT à presidência da Câmara] firmaram um armistício. É fato? Sim. Vamos tirar isso de pauta agora, porque é coisa para se resolver só em fevereiro. Temos uma pauta complicada pela frente: mais de dez medidas provisórias para votar e a formação do governo, que exige entendimento entre os aliados. Esse assunto [o comando da Câmara] pode aguardar um pouco.

- Como será negociada a participação do PMDB no novo governo? O PMDB não cederá um milímetro nos seus direitos nem ousará faltar um milímetro nos seus deveres. Essa é a síntese do partido.

- Acha possível resolver pacificamente as pendências com o PT? Ninguém no PMDB está apostando em confronto com o PT. Não haverá. Não há a menor hipótese.

- Definiu-se que PMDB e PT dividirão o comando da Câmara na próxima legislatura. Mas ambos querem ocupar a presidência no primeiro ano. Como resolver? Na atual legislatura, a maior bancada é a nossa. Tivemos o bom senso de entender que, em nome do melhor relacionamento, era importante fazer uma concessão. E fizemos. No primeiro biênio, foi o Arlindo [Chinaglia]. E, só depois, o Michel [Temer]. Não há razão para mudar esse critério.

- A partir de 2011, o PMDB terá menos deputados que o PT. Isso não enfraquece a sua posição? Não enfraquece porque, na atual legislatura, o PT era a menor bancada e, por boa vontade do PMDB, ocupou a presidência antes de nós. Foi um gesto que fizemos para conciliar.

- No Senado, o PMDB invoca a condição de dono da maior bancada para reivindicar a presidência, não? No Senado é diferente. É uma questão regimental, está previsto no regimento que o maior partido tem direito de indicar o presidente. Não dá para envolver o Senado na negociação da Câmara.

- Como obter um consenso na Câmara? Quem vai ser o primeiro ou o segundo, o tempo dirá. O importante é que PT e PMDB se entendam nesse revezamento. Deu certo no governo Lula e, agora, tem mais razões ainda para dar certo. Não teremos mais o Lula, que matava no peito e resolvia as questões. Tinha crise, dificuldade, derrota, o Lula chamava e resolvia. Dilma vai ter que ser muito mais ajudada pelo conjunto dos partidos. Nós vamos ajudar.

- E quanto aos outros partidos com direito a voto na Câmara? Num primeiro momento, é preciso construir um entendimento entre os dois maiores partidos, o PMDB e o PT. Isso já será um sinal de maturidade. Num segundo momento, aquele que for escolhido terá de tentar ser o candidato de toda a Câmara, um representante das forças do governo e da oposição, do maior ao menor partido. Até porque, aquele que for o presidente terá o dever de encaminhar reformas importantes, como a política e a tributária. Será necessário o consenso.

- O DEM parece preferir o nome de Vaccarezza ao seu. Alega que o PMDB não pode presidir as duas Casas. Como reverter? Seria uma incoerência. Há dois, anos o DEM veio conosco, ajudou a eleger o Michel [Temer]. Não questionou que o Senado fosse nosso também. Não creio que será diferente agora.

- Acha que a fricção entre PMDB e PT pode resultar em desavença? Quem quiser incendiar isso aí [a disputa pelo comando da Câmara] não vai encontrar pólvora. Eu não vou deixar. Temos o dever de nos entender. O PMDB está num novo momento. Não tem esse negócio de brigar por cargos, criar problemas. Temos que ir para o governo [Dilma] ajudando a construir. É diferente do outro [o de Lula], que a gente apoiou e encontrou pronto. Agora, nós somos coresponsáveis.

- Legendas como o PSB reivindicam ministérios comandados pelo PMDB. O da Integração Nacional, por exemplo. O que acha? Veja bem, o PT tem 15 ministérios, o PMDB tem apenas seis. Fala-se em dispor da Saúde, da Integração... Mas alto lá! O  PMDB tem hoje o tamanho que o Lula reconheceu na hora em que apoiamos o governo [em 2007]. Agora, nós ajudamos a construir a vitória [de Dilma]. Tem gente nossa que quer inclusive ampliar a participação.

- Acha que deve ser ampliada? Não. O PMDB deve ficar do tamanho que está. Para ampliar, seria preciso tomar alguma coisa de alguém. E não queremos tomar nada de ninguém. Vamos ficar com o que temos. Não adianta ficarmos satisfeitos e os outros partidos da coligação ficarem insatisfeitos. Nós temos que ajudar. Não teremos mais o Lula, que resolvia tudo. É hora de construir.

- Inclui o Banco Central de Henrique Meirelles na conta de seus ministérios? Não. Os nossos ministérios são: Saúde, Integração Nacional, Agricultura, Comunicações, Minas e Energia e Defesa. Lula reconheceu esse tamanho do PMDB na hora que o apoiamos. Agora, nós participamos da vitória. Poderíamos pensar em mais. O PT tem 15 ministérios. Mas não adianta pensarmos em mais. Estamos preocupoados com o conjunto da coligação. Queremos ajudar a presidente Dilma a substituir o Lula, uma tarefa quase impossível. Nós seremos parceiros nisso.

- O PMDB admite trocar seus ministérios por outros? A questão não é só de quantidade, mas de qualidade. Muitos dos nossos gostariam também de trocar. Há a pasta dos Transportes, a das Cidades... Mas, para mexer, desarruma. Por isso, o PMDB quer apenas preservar os espaços que obteve, ainda que agora o partido tenha ajudado a construir a vitória. Deixa como está. Vamos colaborar. O PMDB é, hoje, um novo partido.

- Como assim? Alcançamos a maturidade. O partido já errou muito, já apanhou muito. Tinha aquela briga intestina do grupo da Câmara com o do Senado, que nos prejudicou muito. Agora, estamos unidos. Essa união é a nossa força. Hoje, o Michel [Temer] fala por todo o partido. É um avanço extraordinário.

Frase do dia

"Os 44% que votaram na oposição não votaram só contra a Dilma, votaram contra o presidente Lula também. A aprovação de 80% não é real. 
Sérgio Guerra, senador e presidente nacional do PSDB

"Rousseff não deveria simplesmente copiar Lula", dizem analistas alemães

Dilma Rousseff, a primeira mulher eleita presidente do Brasil, tem um grande exemplo a seguir. Seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, foi chamado de "o político mais popular da terra". Mas comentaristas alemães dizem que ela terá de sair da sombra de Lula, mais cedo ou mais tarde.
No domingo, os eleitores brasileiros escolheram Dilma Rousseff para suceder o líder extremamente popular que nos últimos anos conseguiu reduzir a lacuna entre ricos e pobres e dar um reforço à classe média.
Mas resta ver quão fiel a primeira mulher eleita presidente do Brasil será ao caminho de Lula. Filha de imigrantes búlgaros, Rousseff é considerada muito mais prática que Lula. Ela disse à imprensa internacional, no rastro da campanha às vezes contenciosa, que queria "ser a presidente de todos os brasileiros".
Aos 62 anos, Rousseff é uma ex-guerrilheira marxista que ascendeu para se tornar ministra da Energia e chefe de gabinete de Lula; este não poderia disputar um terceiro mandato consecutivo devido à legislação eleitoral. Ela deverá integrar o Brasil ainda mais à América do Sul e a outros países em desenvolvimento e manter o recuo do país em relação à Europa e aos EUA. Mas ainda é uma relativa desconhecida para observadores externos.
Os editorialistas alemães ponderaram como seria realmente uma presidência Rousseff, e vários encorajaram a líder recém-eleita a seguir as pegadas do homem que o presidente Barack Obama chamou de "o político mais popular da terra".
O jornal "Süddeutsche Zeitung", de centro-esquerda, escreveu:
"Agora o futuro do Brasil se chama Dilma Rousseff. Ela deverá continuar o que [Lula] realizou. Lula é provavelmente um dos chefes de Estado mais populares do planeta, mas um terceiro mandato é proibido pela Constituição... Lula está deixando um legado incrível: a outrora indolente nação gigante se transformou em uma democracia estável e em um membro dos chamados países Bric: Brasil, Rússia, Índia e China."
"Rousseff não deveria apenas copiar Lula. A filha de imigrantes búlgaros age com timidez, mas personifica muito do que constitui a nova política na região. É mais uma ex-adversária de uma ditadura que chegou ao palácio presidencial através da esquerda moderada. O Brasil vai sentir falta do carisma de Lula, mas talvez possa usar alguma circunspecção feminina."
O conservador "Frankfurter Allgemeine Zeitung" escreveu:
"Uma das perguntas mais fascinantes na política brasileira será se e quando Rousseff vai sair das sombras de seu antecessor. Ela deveria manter os princípios básicos das políticas de Lula de uma economia de livre mercado, assim como Lula manteve as políticas bem-sucedidas de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, em 2002. Deve-se reconhecer que a enorme receita gerada pela grande demanda da Ásia por matérias-primas, e o resultante crescimento econômico, foi dirigida para os canais certos."
"Uma página ainda não escrita é o papel de Rousseff como estadista. Nessa área, o Brasil também foi catapultado quase da noite para o dia ao século 21. Tornou-se uma potência regional com ambições políticas globais."
"Desde o primeiro dia, a mulher no comando do Brasil será observada pelo público mundial, e seu mentor Lula já assinalou que não a perderá de vista. É muito possível que em 2014 ele mesmo concorra novamente à presidência."
O diário econômico "Financial Times Deutschland" escreveu:
"Não há dúvida: o Brasil teve um desenvolvimento impressionante durante o governo Lula. A economia crescerá 7% este ano, a pobreza diminuiu e a inflação e a dívida nacional estão sob controle. O Brasil quer ser uma das cinco maiores economias globais até 2020. No caminho, porém, há desafios tão enormes que não podem ser enfrentados simplesmente mantendo-se as políticas estabelecidas. Mesmo que não tenha sido eleita para implementar reformas inovadoras, Rousseff não tem opção senão introduzir essas mudanças."
"Rousseff indicou que vai abordar as muito adiadas reformas do sistema fiscal ineficiente e praticar a disciplina orçamentária. Ela precisa aplicar os freios aos gastos públicos, sem sufocar o crescimento. Mas isso não bastará para manter a economia brasileira vigorosa em longo prazo. Rousseff precisa tornar o Brasil independente de suas matérias-primas e reforçar a exportação de produtos industrializados."
O "Die Tageszeitung", de esquerda, escreveu:
"Sob a liderança do Brasil, a América do Sul começa a se libertar de sua dependência neocolonial dos EUA e da Europa. A eleição de José Serra (o adversário centrista de Rousseff) teria sido um grande revés nesse caminho. Portanto, o sucesso de Rousseff também é uma vitória para os esquerdistas de mentalidade internacional em todo o mundo."
"Muitos na mídia ocidental estão céticos. O semanário 'The Economist', de Londres, que elogiou e idolatrou Lula durante anos, se manifestou antes das eleições explicitamente a favor de Serra. E 'Spiegel Online' espera sob Rousseff 'um país sem esplendor', e escreveu: 'A nova potência mundial vacila'."
"Rousseff faria bem em seguir o rumo independente e confiante de Lula, já que o atual presidente deixa o cargo com índices de aprovação recordes como o chefe de Estado mais popular em décadas."

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

Presidente do PSDB quer escolha de um novo nome em 2012

Presidente do PSDB apoia Fernando Henrique, que defendeu a definição do nome dois anos antes da eleição de 2014

Setores da legenda em São Paulo resistem à ideia por desejarem candidatura de Geraldo Alckmin em 2014

Um adeus ?

Homenagens de Finados levam 17 mil a cemitérios em Iguatu

Cerca de 17 mil pessoas visitaram ontem os dois cemitérios de Iguatu — ao longo do feriadão, foram mais de 30 mil, informou a Secretaria Executiva Municipal. Em missa no Cemitério do Parque da Saudade, centenas de pessoas rezaram pelos seus entes queridos, “ venho de Saboeiro, pois estão aqui meus pais e mesmo com dificuldades nunca deixo de vir e orar no túmulo deles” disse Olga Montenegro,56.
Segundo o coordenador, Ivan Araújo, a movimentação durante todo o dia foi tranqüila no Parque da Saudade, “ devido ao feriadão muitas pessoas anteciparam a sua visita e também deixaram de participar deste momento, mas foi muito tranqüilo o dia de finados em nossa cidade” destacou.
Os cemitérios Parque da Saudade e Senhora Sant’Anna, abriram às 6h, com intenso movimento de carros e pedestres. Guardas municipais e o DEMUTRAN controlaram o trânsito. Além de levar flores, visitantes aproveitaram a data para lavar túmulos de parentes e receberam orientação para prevenir a dengue.
Há 30 anos, a dona de casa Maria Paula, 73, enfeita com flores o jazigo da família. “Venho no dia das Mães e Finados. Sinto essa obrigação”, contou. Já Paulo Marques, 12, foi levado pelo tio pela primeira vez ontem. “Tinha curiosidade de ver como é um cemitério e saber como são as coisas durante os finados”, explicou.
A visitação aconteceu até as 23h e nenhuma ocorrência foi registrada. Lembrando que a PM acompanhou toda movimentação através dos militares do Ronda do Quarteirão.
O Coordenador Geral, Marcos Palácio, fez um resumo de todos os preparativos para este, “ foram mais de 20 homens que estavam atuando desde o início do feriadão, para deixar tudo preparado e felizmente foi um dia tranqüilo. A manutenção sempre é feita, mas para este dia onde temos uma grande participação popular. Tivemos que colocar mais homens para a organização” finalizou.

Fonte: www.iguatu.net

Vejam o vídeo:


Ciro Gomes , Aécio Neves e Eduardo Campos unidos no PSB ?

Jovens parlamentares eleitos em 3 de outubro tentam articular a união do senador tucano Aécio Neves (MG) a Eduardo Campos, governador de Pernambuco, na criação de um novo partido ou na transferência do mineiro para o Partido Socialista Brasileiro. A idéia é unir no PSB representantes da nova geração de políticos que encantaram o eleitorado e se tornaram campeões de votos, este ano. Só falta combinar com a lei de fidelidade partidária, que precisa ser alterada.

Um dos entusiastas da aproximação é o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), amigo e admirador de Eduardo Campos e Aécio Neves.

Por Claudio Humberto

Domingos Filho em ritmo de férias

O vice-governador eleito, Domingos Filho, está viajando para o exterior e passará alguns dias em ritmo de férias. Mas na volta o mesmo será o responsável pela articulação da eleição para presidente da ALECE. Domingos Filho sai da casa com o nome em alta, e possui todas as condições para colocar em seu lugar o nome que indicar.

Feriadão com 87 acidentes e 9 mortes nas estradas cearenses


A Operação Finados – realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) neste feriadão – registrou até a tarde desta terça-feira (2), 47 acidentes nas rodovias federais que atravessam o Ceará. Ao todo, 23 pessoas ficaram feridas e outras três morreram na BRs.

Nas rodoviais estaduais, a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) contabilizou 37 acidentes, com 36 feridos. No entanto, o número de mortes nas CEs supera as BRs. Foram seis vítimas fatais, todas em acidente com motocicletas.

Jangadeiro Online

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